Lula 3 combina avanço do PIB e queda do desemprego com pressão dos juros
Desocupação chegou a 5,4% no segundo trimestre de 2026; dívida bruta alcançou 82,9% do PIB em agosto.

Origem da foto — Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil · Licença — Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil
O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva apresenta crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e redução do desemprego, mas enfrenta juros elevados e endividamento das famílias. A taxa de desocupação atingiu o menor patamar da série histórica no segundo trimestre de 2026.
Os juros altos restringiram a demanda e elevaram os custos das dívidas pública e familiar. Em agosto de 2026, a dívida bruta do governo geral somou R$ 11,1 trilhões, com contribuição significativa das despesas com juros.
Nesse contexto, o governo lançou a terceira fase do Desenrola Brasil para tentar aliviar o impacto financeiro sobre a população. O consumo das famílias já havia desacelerado em 2025.
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Para Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do FGV/Ibre, os indicadores agregados ocultam diferenças entre setores e grupos da população. Na avaliação dela, a melhora não foi sentida por todos na mesma proporção.
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