Fintechs revêm prioridades e buscam negociação sobre regras e tributos
Após a eleição de Lula, setor procura prazos para atender às exigências do Banco Central e articulação no Congresso.
As fintechs brasileiras iniciaram uma revisão de suas estratégias após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Entre as prioridades estão negociar prazos de adequação às exigências do Banco Central, buscar previsibilidade tributária e pleitear condições para oferecer crédito mais barato.
O movimento ocorre em um ambiente de maior rigor regulatório. As regras para o Open Finance e as medidas do Banco Central voltadas à contenção do endividamento e do crédito abusivo ampliam os desafios operacionais das empresas. Novas normas também tornaram a manutenção de licenças próprias menos vantajosa para parte do setor.
A agenda das fintechs dependerá ainda de negociação com o Congresso Nacional. A fragmentação parlamentar, sem um bloco com maioria absoluta no cenário descrito, exige a construção de acordos para aprovar medidas de interesse dessas empresas.
Sobre quem assina
Redação Monumental News
Conheça o perfil e os textos deste autor.
Ver currículo e matérias →Fontes e transparência
Apoio de IA quando utilizado na produção. Conheça a política editorial · Solicitar correção


